Dança Espiral

quinta-feira, 23 de outubro de 2008



A Deusa é uma força Feminina que provem das mulheres, ela representa tambem a arte do amor de dar e receber amor, um amor sem fronteiras e sem espaço nem tempo ,representa tambem todas as caracteristicas femininas: o amor,prazer a ousadia é o ato da entrega. A Deusa ensina que para descobrir a si mesma, a entrega a capacidade de perdão são as formas mas rapidas de chegar a sua presença e assim chegar a sua força interior ,toda filha da deusa tem em si quatro polaridades especiais que estão relacionadas ao ciclo reencarnatório que vivem e com sua maneira de ser feliz e se sentir realizada

A Santa é um amor sem fronteiras, ela quem define o ato de dar para poder receber. Esta representa um arquetipo mais tradicional da Deusa, a Senhora Mãe de tudo ou Grande Mãe, representa ainda a capacidade de entrega e o amor eterno.

Obstáculo:apesar de parecer totalmente realizada com sua escolha, a Santa tem um defeito:se doando demais as outros ela esquece de si mesma e corre o risco de virar uma Mártir.

A Mártir é aquela que optou pelo sofrer, ela sofre e através do seu sentimento de sofrer ela descobre portas para entrar em contato consigo mesma e assim representar sua dualidade, sua parte feminina da deusa costuma ser o poder de aguentar todas as dores desse mundo sem que elas a causem mal.

Obstáculo :parece um pouco contraditório o conceito de sofrer pra chegar a deusa na nossa cultura Ocidental/católica, o sofrimento é uma forma de remoção de pecados e assim uma maneira de entrar em contato com o Celestial, com o divino....uma única pergunta: alguma vez você ja viu alguém sofrendo por sentir felicidade ?

A Virgem é detentora da capacidade de se "virar" sozinha, assim a Virgem aprende e se desenvolve, ela nao possue medo da solidão mas usa seu tempo sozinha para reflexão "ela possue a energia do homem e da mulher",segundo isso a virgem nunca ou quase nunca opta por um companheiro.

Obstáculo: sendo totalmente sozinha e bem resolvida em si a virgem possue uma chaga: JAMAIS aceita ser tratada com fragilidade, nao deseja de fato possuir femininidade, quer dizer não da maneira convencional, deseja apenas estar sozinha e isso as vezes faz com que se sinta desamparada.

E por último temos a bruxa ou a feiticeira.

Sendo uma parte misteriosa da Deusa, muitos a temem esta intimamente ligada aos segredos e aos mistérios, representa a força da senhora da lua negra ou da minguante. Esse aspecto de fato tem muito ambiguidade, ao mesmo tempo em que ela desenvolve seu prazer e descobre no prazer uma maneira de se entregar a deusa, é muito mística e misteriosa, possue assim virtudes ja pressentidas, mas falta-lhe habilidade para usá-la, assim a Feiticeira sempre sabe algo a mais do que os outros, embora quase nunca revele esse conhecimento.


Associando anéis:

A ainda aquelas que tendem a usar misturar destes anéis. Para melhores informações a esse respeito envie um email para : estrela_despertina.mistic@hotmail.com


TEXTO PESQUISADO E DESENVOLVIDO POR :
Pedro Felix ou para os intimos Palas Athen

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terça-feira, 21 de outubro de 2008



Muito embora a maioria das pessoas imagina que magia não tenha nada a ver com ciência, saiba que as duas caminham juntas. Elas casam e nos entregam o fruto deste amor: A CIÊNCIA DA FEITIÇARIA.

Somos homens de um NOVA ERA e usar ciência como abordagem de Feitiçaria, nos dá uma base sólida, onde podemos nos apoiar.
A Tradição da Ciência baseia-se nos princípios herméticos que são paralelos aos princípios da nova física. Tem suas origens nos ensinamentos de Hermes, considerado um deus indo-europeu universal que ensinou astrologia, alquimia e muitas outras práticas mágicas que estão no cerne da Feitiçaria.
Pitágoras era versado em princípios herméticos, assim como os druidas.


Quando nos referimos a Feitiçaria como ciência, estamos afirmando que ela é um sistema baseado em teorias que podem ser demonstradas em um ambiente controlado. As magias e feitiços são as experimentações que produzem um resultado final, que pode ser satisfatório ou não. As ciências físicas mant6em hoje, resultados com êxito na ordem de 32%, por experimento. Para se ter uma idéia, em meus sortilégios sempre uma taxa de satisfação de 50% a 75%. Sempre levo em consideração, nestes casos, o material utilizado, data e hora, condições metereológicas e astrológicas, condições físicas e psicológicas do experimentador, tudo que possa alterar o desfecho do sortilégio.


As Sete Leis Herméticas que descreverei agora são básicas da Feitiçaria, necessárias não só como fonte de conhecimento, mas para seu bom desempenho como bruxa(o).


A LEI DO MENTALISMO - "Penso, logo existo"


Esta lei nos afirma que todo o universo é MENTAL. TUDO existe na mente da Deusa ou do Deus, que nos "pensa"para a existência. Seria como dizer que todos somos computadores interligados em uma rede, onde o provedor, por exemplo seria a Grande Mãe. Somente Ela possui a mente Divina que nos sustenta e nos fornece subsídios para a nossa evolução.


Os cientistas acreditam que os fenômenos do mundo material têm seu esteio numa ordem chamada de inteligência objetiva. Nós bruxa sabemos tratar-se da Mente da Deusa. Todo conhecimento flui e reflui através Dela. Entretanto, é lógico que mesmo estando conectados "dia e noite" com Ela, não temos acesso a todo o tipo de conhecimento, pois caso isso acontecesse, não teríamos como manuseá-lo, nem processá-lo. Como a natureza é perfeita, ela nos presenteou com filtros ou bloqueadores que impedem que a nossa mente seja bombardeada com excesso de informação. Sem filtrar sons, sabores, cores, cheiros e idéias, não nos seria permitido concentrar em nossas tarefas.


Somente em "estado alterado de consciência" é que estes bloqueadores são desligados e estaremos então em contato direto com nossa Deusa. Abrimo-nos, então para a Mente do Todo.


A LEI DA CORRESPONDÊNCIA - UNIVERSO HOLOGRÁFICO


"Como é em cima, assim é em baixo,
como é embaixo, assim é em cima."
Este princípio nos diz que vivemos em mais de um mundo. A nossa perspectiva presa ao plano físico do Ter, nos impedi de enxergar os domínios de cima e abaixo. A nossa atenção se prende ao "macrocosmo", sem nos deixar ver o "microcosmo". O princípio da correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo, também o é no microcosmo. Como explicar tal fenômeno?


Pois bem, os físicos de hoje estão descobrindo a Lei de Correspondência Holográfica do Universo. Um holograma é uma foto criada pela luz de dois feixes de laser, sendo que um banha o objeto e o segundo projeta a luz do primeiro. A interferência entre eles é captada em um filme. Quando o filme revelado é iluminado por um terceiro feixe, o objeto original aparece em três dimensões. Este holograma se fragmentado por um número infinito de vezes, sempre produzirá cópias de um objeto, observando sempre suas características originais, ou seja, a parte no todo e todo nas partes.


"A super teoria holográfica afirma que nossos cérebros constroem a realidade concreta interpretando freqüências vindas de uma dimensão que transcende o tempo e o espaço. O cérebro é um holograma que interpreta um universo holográfico." (Marlyn Ferguson).


Os hologramas podem, também elucidar as aparições espectrais.
Um fantasma, poderia ser simplesmente um holograma, uma imagem imprimida e retida, sem as substâncias físicas que a constituem. Um determinado objeto ou evento pode ser "fotografado"nos campos de energia universais. Bem mais tarde, esta imagem pode reaparecer quando a mesma configuração luminosa se repetir como da primeira vez.


Sendo o universo tão fluídico e funcionando de maneira holográfica, podemos concluir que qualquer evento poderá reaparecer em qualquer lugar onde a energia luminosa original seja reativada ou "invocada".
Uma mente treinada, como a de uma bruxa, se utilizando de instrumentos como a bola de cristal ou espelho, poderá captar eventos de outras datas e de qualquer mundo. Obedecem estes princípios certas ervas, lugares, rituais, etc.
Na Tradição Herbácea, sabemos que plantas ativam uma energia específica dependendo da sua cor. Por exemplo, ervas de floração amarela, são associadas ao Sol e sua energia cura males que exijam a luz solar.


Já florações roxas são associadas à Urano, cor-de-rosa à Vênus, vermelho à Marte e assim por diante. Todas as bruxas devem ter uma tabela de correspondência para encontrar as ervas corretas para seus sortilégios.


Pois é, novos tempos, novas transformações, agora sabemos que não só o cérebro humano funciona holograficamente, mas também todo o Universo é um grande holograma. Portanto, os poetas é que estavam certos ao dizerem que poderíamos sentir o universo em uma gota de orvalho.


A LEI DA VIBRAÇÃO - A DANÇA DO UNIVERSO


Nenhum evento está perdido no universo. As vibrações emitidas são eternas. Todos nós somos seres pulsantes em um universo vibrante. Mas a matéria, não só emite um movimento vibratório, como constituí um movimento vibratório que pode ser mensurado.
As ondas cerebrais "Alfa"(estado alterado de consciência), que muito utilizamos em Rituais, Invocações ou Visualizações, por exemplo, apresentam a freqüência vibratória de 14 a 7 ondas por segundo. Os "Beta", mais rápidos, apresentam de 14 a 30 ciclos e ocorrem quando estamos mentalmente alertas. As mais lentas são as "Teta" e a "Delta", que ocorrem respectivamente na sonolência ou tranqüilidade profunda e sono profundo sem sonhos.


A fotografia Kirlian é outro modo de medir o campo vibratório em torno de objetos (aura). O campo de energia em torno das plantas, rochas e do corpo humano, pode ser captado em fotografias especialmente reveladas.


Estudos recentes com a fotografia Kirlian, revelaram um estranho fenômeno: um arbusto recém podado, continuava emitindo a aura do galho cortado. Conclui-se, portanto, que a planta continua emitindo a aura da parte desaparecida, indicando que vibrações no campo em torno do objeto, persistem mesmo depois que o objeto físico deixou de existir. A fotografia Kirlian já provou também que a aura em torno das mãos dos curandeiros se intensifica durante uma sessão de cura.
As Bruxas sempre souberam que os objetos emitem energia, pois trabalhamos com eles, os consagramos e os tornamos mágicos. Também sabemos que vibrações a auras afetam nossas mentes e corpos e influenciam situações.


Conclui-se então, que os conceitos de "bons fluidos" e "maus fluidos", não era uma simples fantasia.

A LEI DA POLARIDADE - OPOSTOS DA MESMA COISA


Tudo é duplo, tudo tem pólos, tem o seu oposto, o igual e o diferente é a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, só diferem em grau, todas as verdades são meias-verdades, todos os paradoxos podem ser conciliados. " Hermes / Adilson
Toda a ciência é embasada neste princípio. É A CHAVE DO PODER DO SISTEMA HERMÉTICO.


O físico Bohr estabelece que a energia deve ser descrita como partículas e ondas e que ambas são necessárias e complementares para uma imagem da realidade. Seria o princípio da "Complementaridade dos Opostos". A ciência moderna opera com este princípio.


Todo o Universo é constituído de cargas negativas e positivas mutáveis, pois sabemos que as cargas podem ser alteradas (se retirando ou colocando elétrons). Na magia ocorre a transferência de energias positivas e negativas dirigidas pela consciência. Com o profundo conhecimento deste princípio, poderemos modificar nossa própria polaridade, assim como a dos outros, como por exemplo, transformando ódio em amor, dois estados mentais diferentes, mas na realidade iguais, pois exprimem o mesmo
sentimento em graus diferentes.


É reconfortante saber que a energia vital flui continuamente e que temos o poder de avançar ou recuar. O domínio destes opostos nos fará caminhar em equilíbrio com o Universo, basta que nós reconheçamos o ponto médio destes extremos. O centro é onde ocorre a reconciliação e é o portal para se vivenciar a unidade de todas as coisas.


LEI DO RITMO - A FORMA DO BAILADO


Já sabemos pelas Leis Herméticas que tudo está em constante transformação, em movimento e se constitui de forças antagônicas de coisas iguais. A lei do Ritmo vem nos mostrar de que forma se processa este "bailado". Aqui se aprende que nem tudo é o que parece. Por exemplo, o movimento linear das ondas do mar esconde o movimento circular de cada gota que a compõe.


As coisas fluem e refluem, descem e sobem ou entram e saem. O ritmo é medido nestes extremos. Segundo Heráclito, filósofo grego, tudo está em perpétua mudança, num contínuo estar de "vir-a-ser", uma interação e interpenetração de opostos.
Os filósofos chineses já falaram que a essência do Tao está no fato de que os opostos deixam de ser opostos no "centro de um círculo que responde a infinitas mudanças."


A Lei do Ritmo nos assegura que a Roda da Vida, que gira eternamente, está sempre completando um círculo. Assim, suas manifestações estão nas alterações do dia e da noite, nas mudanças de estação e na vida que se processa através do nascimento, crescimento, maturação, morte e renascimento.


A filosofia hermética, observa que a nossa vontade pode nos levar a dominar as forças que nos cercam. "O pêndulo oscila sempre, embora possamos escapar de sermos levado por ele."


O segredo está em aprendermos em primeiro lugar a dominar a nossa própria energia para depois definirmos para onde ela deve ser dirigida. O Mestre Hermetista polariza-se até o ponto que desejar, e então, neutraliza a oscilação rítmica pendular que tenderia a arrastá-lo ao outro pólo.


LEI DO GÊNERO - OS MASCULINOS E FEMININOS UNIVERSAIS


A lei do gênero é semelhante ao princípio "anima" (poder feminino) e "animus" (poder masculino) que Carl Jung e que seus seguidores popularizaram, ou seja, que cada pessoa carrega aspectos femininos e masculinos, independente de seu gênero físico.
Já para os chineses existe uma energia feminina, denominada yin e outra masculina chamada yang, que estão juntas em constante dança cósmica.


É IMPORTANTE que todas as bruxas(os), que trabalham com estado alterado de consciência, compreendam essa polaridade fundamental da "psique" humana e saber integrar energias masculinas e femininas em seu trabalho.


Uma bruxa nutre seu animus e um bruxo corteja sua anima. Todos os atos de geração, regeneração e criação, como sortilégios, feitiços, encantamentos, meditação, envolvem estes dois princípios. Conhecendo como funcionam e seguindo sua orientação, podemos desvendar muitos dos mistérios da vida.


A LEI DA CAUSA E EFEITO


Na sua forma tradicional, a Lei da Causa e Efeito diz que nada acontece por acaso, para todo efeito existe uma causa, e que toda a causa é em si mesma um efeito de alguma outra causação. A ciência moderna, mostrou entretanto, que a nível molecular, esta lei deixa de funcionar como no macrocosmo. Os físicos falam mais de probabilidade do que de previsibilidade. Como explica Peat, a "....cadeia de causalidade..é, de fato, uma complexa rede de causação. E quanto mais os limites dessa rede forem ampliados, mais visível se torna que ela se estende para a Terra inteira e, em última instância, ao próprio Universo". Esta notável observação leva-o a concluir que se qualquer evento ou fenômeno é examinado minuciosamente, resultará que "tudo causa tudo o mais"! Num sentido holográfico, o todo está em cada parte e tudo interpenetra tudo. Estes novas considerações, tornam o antigo princípio hermético mais abrangente e excitante.


As implicações são surpreendentes! Estamos literalmente e metaforicamente ligados a todo o Universo. As nossas ações têm repercussões cósmicas. Isto torna-nos humildes quanto é profundo o temor reverente que nos inspira o fato de termos consciência da influência que possuímos e da responsabilidade de usar nossos poderes sabiamente e para o bem de todos. Aqui cabe um gancho sobre a Lei Tríplice da Bruxaria.


LEI TRÍPLICE - LEI "BUMERANGUE" 3x OU ECO DO UNIVERSO


Basicamente é uma Lei Natural de "Causa e Efeito". Ela resgata exatamente o que acabamos de colocar. Aquele velho ditado que diz: nós colhemos o que semeamos", não é só verdadeiro, mas comprovado. Só que na bruxaria esta Lei se reveste de características que vão além disso, isto é, nossas "boas" ou "más" ações, acabarão certamente retornando com seu valor triplicado. Muitas pessoas questionam por que 3 e não 5 ou 7? Pois bem, este número não foi escolhido aleatoriamente, como a maioria da bruxas pensam, seu significado se reporta à nossa Grande Deusa Mãe, uma deidade trina e una. Em muitas obras de arte vemos esta tríplice natureza,
as vezes retratadas com três faces, refletidas nas três fases da Lua.


Aqui observamos a energia de nossa Deusa vibrando de três formas diferentes. Quando o crescente lunar vai ficando mais forte até atingir o plenilúnio, a DEUSA DONZELA se apresenta. Na Lua Cheia é a vez da DEUSA MÃE, que em seu ventre carrega o milagre de uma nova vida. Na Lua Minguante é a hora da SABIA ANCIÃ, conhecedora dos mistérios do Universo. Esta doce Senhora tem sua energia exaurida e desaparecerá na noite escura da morte para reaparecer viçosa na próxima Lua Nova, completando um ciclo.


Se a nossa amada Deusa nos abençoa com estas três mágicas vibrações energéticas, de acordo com a Lei do Retorno, Ela nos cobrará de igual para igual. Portanto, se interferimos no livre arbítrio de uma pessoa, estamos efetuando uma ato negativo não tão somente para ela, mas também contra nós mesmos. Este indivíduo até pode nem saber das conseqüências de seu ato, MAS VOCÊ SABE, por ser bruxa(o) e conhecedora(o) de todas as Leis que regem a Feitiçaria, o que com certeza lhe custará muito caro, pois o Universo lhe retribuirá tudo o que emitir aos outros numa escala de 3x.


Retornando a nossa Lei de Causa e Efeito, os dados implícitos nela nos apontam que o Universo não é uma coleção de objetos e seres avulsos, mas todos estamos interligados em uma única teia, ou seja, "tudo causa tudo o mais". Todas nós bruxas(os) sabemos que nossas "projeções" produzem um impacto definitivo, portanto essas técnicas devem ser bem aprendidas e dominadas.


Algumas bruxas acreditam que usando a Lei de Causação podem fazer e acontecer. Mas cumpre-me a tarefa de alertá-las acerta de grandiosa visão de poder. O poder de uma Bruxa(o) é controlado pelas esferas de poder que vem de cima, abaixo e em torno dela(e) e não escapará da Lei tríplice. Ela é somente um ponto num fluxo interminável de poder que impregna o universo.

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Avalon o recanto das Sacerdotisas
Avalon é a ilha feérica acessível tão somente aos seres do Reino das Fadas e dos valentes cavaleiros que, por sua pureza e seu amor, serão dignos de ser admitidos nela. Entre outras maravilhas, se encontram nessa ilha as maçãs da imortalidade e eterna juventude, das quais se alimentam as fadas e seus amantes mortais.

Avalon é uma ilha puramente lendária ou teria existido realmente? Nos proporciona uma pista as narrações irlandesas, que veremos a partir de agora:

"Quando o rei Arthur, ferido de morte na batalha de Camlann, chega às margens do mar em companhia do cavalheiro Girflet, pede para que ele se afaste. Uma violenta tormenta se instala, depois aparece "sobre o mar uma embarcação com algumas damas. Uma dessas mulheres é a fada Morgana, irmã do rei. A barca se distancia, e se diz que foi direto a ilha de Avalon, onde ainda vive o rei Arthur, adormecido em seu leito de ouro." (A Morte do rei Arthur)

"A ilha das Maçãs também recebe o nome de Ilha Afortunada porque ali há todo tipo de vegetação natural. Os habitantes não precisam cultivá-la......As colheitas são abundantes e os bosques estão cobertos de maçãs e uvas.....A governam nove irmãs.....Dessas nove irmãs, há uma que se destaca sobre as demais por sua beleza e poder. Seu nome é Morgana, e ensina para que servem as plantas e como curar as enfermidades. Conhece a arte de trocar o aspecto de seu rosto, de voar pelos ares, como Dédalo, com a ajuda de plumas.....Para ali foi conduzido, depois da batalha de Camlann, Arthur, ferido..... Morgana os recebeu, com as honras que convinham. Fez que levassem o rei a seu dormitório, colocando-o sobre uma cama de ouro.....O velou por muito tempo e, finalmente, lhe disse que poderia recuperar a saúde se permanecesse com ela nessa ilha e aceitasse seus remédios."(Geoffroy de Monmouth, Vita Merlini, Jean Markale, L'épopée celtique en Bretagne, p. 120) A ilha no meio do Oceano, que tem toda a aparência de paraíso, é um símbolo facilmente explicável: seria a imagem da vida intra-uterina projetada no espaço e deslocada do passado reminiscente ao futuro intemporal. Nela não existe morte nem enfermidade. Os frutos, principalmente a maçã são naturais e abundantes. Se desconhece a velhice.

Essa é a famosa "Idade do Ouro" que habita a imaginação do homem há milênios, é o estado placentário do feto protegido pelo calor do corpo da mãe, alimentado por ela, em um mundo fechado: um vergel, uma gruta, uma ilha, uma fortaleza, onde ainda não se distingui o Bem do Mal, a vida psíquica consciente.

Essa ilha é a ilha das Maçãs, como o Éden era o Vergel das Maçãs, como o Jardim das Hespérides continham "Maçãs de Ouro". O nome de Avalon, que tem seu equivalente galês na palavra Avallach, procede da palavra celta que significa "maçã" (bretão e gaulês "aval", compara-se com inglês "apple" e em latim "malum").

Os antigos manuscritos irlandeses evocam Avalon mediante nomes reveladores: Tir na Nog (País da Juventude), Tir Innambeo (País dos Viventes), Tir Tairngire (País da Promessa), Tir Naill (O Outro Mundo), Mag Mar (A Grande Planície), ou também Mag Mell (A Planície Feliz).

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A VIAGEM DE BRAN

O reino encantado de Avalon não era, como já reforçamos, só era acessível para os elfos, as fadas e por alguns mortais privilegiados. Esses mortais eram eleitos pela rainha do País dos Imortais, que lhes entregava, como viático, uma rama de prata de uma maçã sagrada, ou também uma maçã da juventude colhida dessa mesma árvore. O presente da rainha não servia unicamente de passaporte, mas também de alimento e bebida para os mortais que a acompanham. Muitas vezes, a rama de maçã produz uma música tão apaziguadora que os mortais que a escutam esquecem todas as suas preocupações e que cessa apenas quando os levam às fadas.

Assim foi quando um dia Bran, filho de Febal, escutou uma estranha música enquanto passeava só perto de sua fortaleza. Essa música era tão encantadora e tão enfeitiçante que caiu em profundo sono. Quando acordou, descobriu ao seu lado uma rama de prata coberta de flores brancas. E essa prata era tão branca que era impossível distinguir a rama das flores. Bran pegou a rama e a levou consigo a seu palácio real, onde esperava seus convidados. Entre eles observou a presença de uma mulher que emanava uma estranha radiação. Como e quando havia chegado ali, ninguém sabia. Porém todos a ouviram cantar:

Eu trouxe uma rama de maçã de Emain

Com seus raminhos de prata branca

e flores de cristal.

Existe uma ilha distante,

Em torno da qual os cavalos do mar resplandecem

e competem com as ondas brancas de espumas.



Quando havia terminado sua canção, que contava de uns duzentos versos, a rama de prata que Bran tinha firmemente presa em sua mão soltou-se e foi para na palma da mão da misteriosa mulher, que no mesmo instante desapareceu do mesmo modo que havia chegado.



Ao outro dia, enfeitiçado pelo encanto feérico que pesava sobre ele, Bran organizou uma expedição de navegação e partiu em direção ao sol poente em busca da ilha onde vivia a misteriosa mulher.

A Ilha das Mulheres, para onde se dirigiu o herói Bran, recebe o nome de Emain Ablach, e os poetas falam das maçãs que são encontradas ali e como sendo o doce lugar onde habitava o Deus dos mares Manannan Mac Lir. Pelo caminho, Bran encontrou o Deus em seu carro mágico flutuando sobre as ondas do oceano. Ele explicou a Bran que regressava a Irlanda depois de séculos de ausência.

Quando atracou na "Ilha das Mulheres", Bran e seus companheiros, foram recepcionados pela rainha das fadas, que os atracou por meio de um novelo de fio encantado a fim de distrair-los durante um período de tempo que não lhes pareceu superior a um ano, porém na verdade durou vários anos. Bran começou a sentir saudade de sua terra natal e pediu a rainha autorização para partir até a Irlanda. A rainha aceitou, com a condição que nenhum dos membros da tripulação pisasse em terra firme antes de ser espargido com água benta. Em sua impaciência de voltar a estar em seu país, um dos membros da tripulação de Bran violou esse tabu pisando prematuramente no solo de sua terra natal: imediatamente, seu corpo caiu reduzido em cinzas, como se tivesse vários séculos de idade.

Quando Bran, depois da bênção ritual, pode por fim regressar a sua casa, não encontrou nela nada que pudesse reconhecer. E quando contou sua história, alguns responderam que haviam ouvido falar da viagem da Bran, porém que se tratava de uma velha história que se remontava a vários séculos atrás.

A VIAGEM DE MAELDUIN (Irlanda):

"Atrás de muitas aventuras e descobrimentos maravilhosos no mar, Maelduin e seus companheiros chegam a uma ilha, onde são recebidos pela Rainha e suas dezessete filhas. Os dezessete homens e as dezessete jovens dormiram juntos, e Maelduin ficou com a Rainha. Pela manhã, a rainha disse a Maelduin:

-"Fiquem aqui e a velhice não te alcançará E, o que aconteceu essa noite acontecerá todas as noites."

Seduzidos pela maravilhosa perspectiva ficaram dos três meses de inverno, e lhes pareceu que esses três meses haviam durado três anos. Porém bateu a saudade de casa. Embarcaram às escondidas, porém a rainha lançou um novelo de fio encantado ao barco. Maeldin o suspendeu, mas ele ficou preso em sua mão. A Rainha não teve mais do que puxar o fio para fazer o barco regressar ao porto. Então ficaram três vezes três meses na ilha, até que embarcaram de novo. A rainha lançou o novelo e um marinheiro o recolhe. Cortam-lhe a mão, que cai ao mar junto com o novelo. Então a Rainha começou a lamentar-se e a gemer de tal maneira que toda a terra se encheu de gemidos e desespero." (Análise de Jean Markale, L"épopée celtique d'Irlande, pp. 196-202)

Essa última narração se trata de uma outra versão da mesma lenda. A Viagem de Bran é mais antiga, mas é fácil reconhecer nessa lenda celta o mito de Ulisses com Circe. A diferença está que Ulisses, por ser grego, era mais desconfiado com respeito as divindades femininas, pois era a imagem do homem das sociedades masculinas mediterrâneas. Ulisses era na realidade, um tipo racionalista e paternalista, que tinha medo do que se sucedia nas regiões mais profundas do inconsciente, que tem medo da mulher, porque sabe que a "Mulher" tem o poder de privá-lo de sua força e virilidade, de fazê-lo regressar ao mundo da infância maravilhosa, à um mundo onde o tempo foi abolido.

O herói celta, já é menos prudente, pois não tem medo de ser "desvirilizado" pela Mulher. Nem mesmo o herói cristão têm medo de ingressar nessa aventura, justo o contrário.

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O PARAÍSO CELTA

Emain Ablach era uma das ilhas do arquipélago atlântico, que se ampliava em direção ao sol sem limites conhecidos.

Segundo Plínio o Velho (Naturalis História, XXXVII, 35), os teutões, povo celtizado , comercializava como os habitantes da ilha de Abalum, na atualidade Oesel, na costa oriental do Báltico. Nessa ilha vivia um povo chamado "Abul", e dito nome, como o de "Abalum", como da ilha italiana "Abella Malifera", procedem da mesma raiz de Avalon.

O que deve ser destacado é que os celtas haviam situado seu paraíso abaixo de uma jurisdição que escapa totalmente da organização paternalista que, apesar de certas particularidades era sua. A ilha de Avalon, ou sua correspondente gaélica Emain Ablach, está regida por mulheres em torno de uma organização matriarcal.

Podemos então perguntar: seria essa ilha a reminiscência de uma época anterior onde a sociedade era governada por Mulheres, ou seria unicamente uma mera projeção dos desejos inconscientes de "regressus ad uterum"? Talvez essa pergunta fique sem resposta, mas de qualquer forma, o mito da "Ilha das Mulheres", não é uma criação literária da Idade Média, nem de autores franceses de relatos da Távola Redonda, pois existem testemunhos da autores da antiguidade grega e latina que atestam o contrário:

Pomponio Mela (Chrografia, III, 6):

"Frente as costas celtas, se elevam algumas ilhas que tomam, em conjunto, o nome de Casitérides, porque são muito ricas em estanho. A de Sena, situada no mar Britânico (a Mancha), frente a costa de Osismi (Finisterre Norte), é famosa por um oráculo gaulês cujas sacerdotisas, consagradas mediante uma virgindade perpétua, se diz que são nove. Recebem o nome de "gallicenas", e lhes atribuem o poder extraordinário de desencadear ventos e tempestades com seus encantamentos, de metamorfosear-se em tal animal ou tal outro, segundo seu desejo, de curar os males considerados incuráveis, e finalmente conhecer e predizer o futuro; porém, reservam seus remédios e suas predições exclusivamente àqueles que tenham viajado e navegado só com o objetivo de consultar-lhes."

Estrabão (Geografia, IV,4):

"No oceano, não em pleno mar, sim em frente a embocadura de Loira, Posidônio nos assinala uma ilha de pouca extensão onde supostamente habitam as mulheres dos Namnitas. Ditas mulheres, possuídas por um furor báquico, buscam, mediante mistérios e outras cerimônias religiosas apaziguar ou desarmar ao Deus das Tormentas. Nenhum homem põe o pé em sua ilha,e são elas que passam ao continente todas as vezes que desejam comerciar com seus maridos."

Segundo a narração, Pomponio Mela, escritor e geógrafo ibérico romanizado, as mulheres que habitam a dita ilha, são semelhantes às Vestais, Virgens. Já Estrabão, dando continuidade ao pensamento de Pomponio, as considera como Bacantes que praticam comércio com os homens. Entretanto, o que se confirma aqui é que essa ilha paraíso é uma tradição muito antiga cujo vestígio reencontramos inclusive no folclore.

A ilha de Sena, apesar de Pomponio situá-la na Mancha, talvez seja a ilha de Sein. Os druidas eram enterrados nessa ilha, sem dúvida, esse rito procedia do mito da Ilha das Mulheres. Inclusive havia-se tentado localizar Avalon na ilha de Aval, perto de Trébeurden (Côtes-du-Nord) e na Grã Bretanha, na ilha de Mon (Anglesey) e, por último, na abadia de Glastonbry, no meio dos pântanos. Segundo a tradição pagã, é em Glastonbury que estaria o antigo sítio da etérea ilha de Avalon.

Hoje esse local é uma cidade movimentada, com centro comercial em meio a pradarias e planícies. Porém ,há muitos séculos, a comunidade encerrava-se em uma ilha, cercada por pântanos que, depois foram drenados. Seu antigo nome celta era Ynys Witrin, ou ilha de vidro.

Segundo a lenda, o cristianismo chegou até Glastonbury, através de José de Arimatéia, o homem encarregado de enterrar Jesus. Com ele vieram doze missionários e o Santo Graal, o cálice que Jesus teria bebido na Última Ceia. Uma pequena igreja de taipa, no século XII, teria sido erguida por José e seus seguidores.

Durante a Idade Média essa igreja, com sua coleção de relíquias sagradas e sua fama de ter sido a primeira igreja católica construída na Bretanha, transformou-se num afamado lugar de peregrinação.

Glastonbury é dominada por Tor, um cone extraordinário de mais de 152 metros de altitude, visível de todas as direções em um raio de 30 quilômetros. Tor, mais se parece com uma pilha ctônica de terra, elevando-se da planície sobre a qual se assenta. Em torno de suas encostas os terraços construídos pelos homens formam um imenso labirinto que se enrosca até o topo. Alguns pesquisadores acreditam que esses caminhos tortuosos foram projetados para a prática de rituais pagãos, na pré-história.

O Tor é coroado pela torre em ruínas dedicada a São Miguel, um célebre caçador de dragões e inimigo dos espíritos do mal. Os monges medievais erigiram a igreja com o intuito de cristianizar o local e erradicar seus vínculos com reis e Deuses pagãos. Segundo uma lenda celta, a entrada para Annwn, a morada subterrânea das fadas, pode ser encontrada através de túneis e câmaras naturais localizados debaixo do Tor. Seria através desse portal que Gwynn ap Nudd, rei das fadas, teria partido em caçadas selvagens para encontrar e roubar os espíritos dos mortos. Conta a lenda que São Collen, um errante homem santo galês, se introduziu no interior da Tor e tentou exorcizar o governante de Annwn, Gwyn, com sua corte de fadas.

Inúmeras lendas locais sugerem uma conexão entre Arthur e o Tor de Glastonbury. Em uma delas Arthur vai a Annwn para roubar das fadas o caldeirão mágico da abundância. Em outra, resgata Guinevere da colina, na qual foi aprisionada pelo rei Melwas de Somerset.

Essa história pode ter sido baseada em fatos históricos, pois recentemente os arqueólogos descobriram provas de que sobre Tor erguia-se uma cidadela na Idade Média e que havia indícios da presença de um rei vivendo ali na era arturiana.

Os mitos de Glastonbury, tanto os cristãos como os aparentemente pré-cristãos, asseguravam que a tumba de Arthur não representava seu fim. Foi absorvido por uma mística avalonica baseada em sua sobrevivência e ressurreição.



"Essa ilha rodeada pelo oceano não se vê afligida por nenhuma enfermidade. Não há ladrões, nem crimes. Não há neve, nem bruma, nem calor desmedido. Reina nela a paz eterna. Jamais faltam flores....nem os frutos nas folhagens. Os habitantes não têm defeitos, sempre são jovens. Uma virgem real governa essa ilha, a mais bela entre as belas." (Guillaume de Rennes, Gesta regum Britannie)

CRONOS/ARTHUR

Nos fala Plutarco em seu "De defectu oraculorum (XVIII)": "Segundo Demétrio, entre as ilhas que rodeiam a Bretanha...algumas recebem seu nome de demônios e heróis...Atracou próximo a uma dessas ilhas desertas....Á sua chegada, se manifestou uma grande agitação no ar, acompanhada de inúmeros sinais celestes. Os ventos sopraram com estrépido e em muitos lugares caíam raios. Ao regressar a calma, os habitantes lhe disseram que havia produzido um eclipse de algum ser superior....Ali, encontrava-se Cronos adormecido, vigiado por Briaré. Ao seu redor, há um grande número de demônios, que são seus servos".

Também de uma ilha do Norte do mundo, segundo textos irlandeses, procedendo dos Tuatha De Danann,e ali haviam aprendido a ciência da magia, o druidismo, a sabedoria e a arte.

É interessante ressaltar, que segundo Plutarco, Cronos está "adormecido" na dita ilha. Não podemos esquecer que Cronos, o antigo Deus Pai, foi destituído por seu filho Zeus e foi castrado por ele. Arthur também foi ferido por seu próprio filho incestuoso Mordred ("Medraut"), e sabemos que a ferida, para um rei, em geral significa realmente "ferida infamante e que não permite reinar", portanto, ferida que causa impotência sexual, como sucede com o Rei Pescador na lenda do Graal.

O estado de Cronos, igual ao de Arthur, que está em estado de adormecimento esperando uma melhor hora para regressar, nos indica que se trata de uma equivalência entre sonho-morte desenvolvida em um sentido notoriamente psicoanalítico: o sono é o que segue ao orgasmo, também chamado de estado de beatitude inconsciente (estado de nirvana) que marca o retorno à vida intra-uterina.

Por outro lado, o que é a vida e o que é a morte? O limite entre os dois estados é uma força imprecisa. Sandor Frenczi ("Thalassa", p.147) destaca que " talvez a morte absoluta não exista; talvez incluso no inorgânico estão presentes, dissimulados, os germens da vida e as tendências regressivas. Então, deveríamos abandonar definitivamente a questão referente ao início e o fim da vida, e deveríamos imaginar todo o universo orgânico e inorgânico como um vai-e-vem incessante entre as tendências da vida e da morte, onde nem a vida nem a morte chegarão jamais a reinar sós."

O certo é que, o germe da crença da continuidade do rei Arthur é algo que está profundamente enraizado na natureza humana. É devido à sua imortalidade, à mística que envolve a ilha de Avalon, que goza da qualidade implícita de continuar ainda potencialmente "aí", como agradaria a muitos que ocorresse com suas épocas douradas; e a predição de seu retorno expressa sua força para voltar a despertar.

Hoje, poucos são os que acreditam literalmente na sobrevivência do rei Arthur e em sua época dourada.

Mas...., todos somos Édipos que nos encontramos com a Esfinge numa cidade morta. A Esfinge é um ser feminino, obscuro, oculto e representa nosso inconsciente que nos fará algumas perguntas. Entretanto, seremos incapazes de responder-lhe, pois somos cegos, ou seja, não queremos ver as respostas que se impõem. As perguntas que serão feitas são perguntas sobre nós mesmos. Será que teremos que esperar que um dia o ser humano, seja homem ou mulher, se digne a abrir os olhos e reconheça o que há nele, o que atua nele?

Quando esse dia chegar..., nos daremos conta que a Deusa jamais deveria ter sido deixada de ser adorada.

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A deusa Persefone representa o arquetipo de deusa do submundo, foi raptado por Hades quando viu-la brincar no campo sempre acompanhada de ninfas esta intereçou-se por um narciso de beleza exotica que o proprio Hades criou para distrai-la no exato momento em que ia colhe-lo o deus a raptou sua mãe que representa a terra mostra que o siguinte aspecto ela persefone abando a terra Demeter simbolo do mundo fisico e vai pro reino do submundo represntando assim o abandono do corpo fisico para a o corpo astral

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"A Feiticeira sempre aprende a pedir
licença mas nunca a deixar de entrar"







A traves dos anos varias mulheres descobrem seu viver ,de muitas formas deveras as mulheres se libertam do patriarcado mas nao totalmente livre mas o processo de libertação não acabou precisas nos livras de conceitos maxistas e patriarcais como casamento celibato e outros muitas mulheres não se dao nem ao direito de sentir prazer o prazer sagrado o prazer sem culpa sinta agora dona de seu prazer e faça a visualização a seguir:

Sente-se num lugar confortavel e tranguilize sua mente agora pessoq ue imagine uma floresta e vc esta nela visualize-se correndo livre pela floresta em contato com a mãe natureza sinta-se solta e selvagem você esta nua e correndo pela floresta então uma bela mulher lhe aparece ela é Diana a deusa da caça e da Virgindade esta Deusa então lhe pergunta o que levou você a sua busca responda:
-A Busca pela minha verdadeira femininidade primitiva.


Ela então levará você na gruta da Floresta lá você encontrará muitas mulheres dançando loucamente dance com elas solte-se e viva sua deusa sinta os pulsos de enrgia e liberte-se!!! então visualize uma força a puxando pra cima veja um enorme clarão e grite:


- Hoje Mãe volto pra casa.

Agora desperte e anote tudo o que sentiu num caderno

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Ao longo dos seculos e dos anos nos Feiticeiras somos retirados do seio dos seres elementais para viver entre humanos ,nos elementais de outrora agora humanos trazemos a magia dentro de nos e as capacidades da arte musica dedicação dentre outras as crianças indigo de todo o mundo ja foram fadas elfos guenos duendes dentre outros seres magicos é importante saber que a Divina Mãe de tudo e o Pai da Natureza tem um grande plano para o futuro:o eleminamento do karma mundial e a evolução endividual das(os)filhas(os) da Deusa .estamos passando por um periodo de transições e mudanças e é natural que sintamos medo.
mas medo de que?
do novo?
do diferente?daquilo que sempre esta em transformação!!!
nos,nosso mundo muda (lembre-se o mundo tambem é um ser vivo) e é essa a mensagem da Grande mãe a de que tudo muda!
ela que melhor do que ninguem conhece a mudança
senhora dos ciclos
senhora dos ritmos
Mãe da mudança
com o aparecimento de religioes patriarcais ao longo dos anos desaprendemos a ver a mulher como ela realmente é !!!
A Deusa representa o vinculo da mulher com seu divino interior
uma parte de si que nem um deus machista poder retirar por isso acho que a deusa esta se redespertando
Chega de funções secundarias para o Divino Feminino
Antes do Deus so avia a deusa é ela o criou para sua companhia e assim o sentimento de criação foi instalado nela
é assim as poucos ela foi criando o universo descobrindo-se sabia e feliz por sua sabedoria
Ela que criou o deus sabe como ninguem a origem das coisas senhora eterna da Chama doura e da Chama branca as Chams da criação divina todas as mulheres e homens caregam em si a capacidade de criar de converter trevas em luz e é so acreditar nessa abilidade que uma infita gama de posibilidades se abre a você!!! é so ter Fé
Fé é vontade força de criação
Um sentimento da Deusa
O DESEJO DA MUDANÇA
a vontade de evoluir o desejo de ser mais
MAS MAIS O QUE?
mas tudo!!!
vocé nasceu para mais e so querer é a Iluminação da Deusa chegara ate você
VOCÊ nasceu para o novo para o diferente e a Deusa lhe dara tudo o que desejar.....
basta pedir mas pedir com Fé.
O mundo em que vivemos e um mundo de mudança e transformação
essa é a grande mensagem da Deusa pra o Seculo XXI!!!!!

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